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31º Grito dos Excluídos 2025: a força do povo pela Casa Comum e pela democracia

  • comunicacao4012
  • 9 de set. de 2025
  • 2 min de leitura

*Luciane Udovic Bassegio

 

O 31º Grito dos Excluídos, realizado em 2025, mostrou mais uma vez a força do povo organizado. Ecoando em 25 estados e no Distrito Federal, em centenas de localidades nas cinco regiões do Brasil, o Grito reafirmou que a luta por direitos, democracia e justiça social segue viva e pulsante em nosso país.

Este ano, sob o lema “Cuidar da Casa Comum e da Democracia é luta de todo dia”, multidões ocuparam ruas, praças, igrejas, sindicatos e comunidades. Em cada canto do Brasil, o Grito trouxe a voz dos que não se calam diante da fome, da desigualdade, da crise climática, da violência e das ameaças à soberania nacional.

Mais do que nunca, os movimentos populares estão unidos: trabalhadores e trabalhadoras, juventude, mulheres, povos originários, pastorais, coletivos culturais e organizações sociais caminharam lado a lado. Unidos em torno da democracia, da soberania e da prosperidade do Brasil, apontando para um futuro com justiça socioambiental, equidade e vida digna para todos.

O Grito reafirma que é possível construir um país onde caibam todos e todas. Onde o direito à saúde, ao trabalho, ao lazer, à terra e à moradia caminhem junto com o cuidado com a Casa Comum, nossa Mãe Terra. Um Brasil que diga não às exclusões e que abra caminhos para a vida plena, para a ecologia integral e para uma sociedade onde ninguém seja descartado.

O que se viu em 2025 foi um Brasil mobilizado em sua diversidade popular, em sintonia com as lutas por justiça e cuidado com a Casa Comum. Enquanto setores ligados ao bolsonarismo tentaram, sem grande expressão, reeditar atos de divisão e ódio, o Grito mostrou a força real do país: um povo que acredita na democracia, que se reconhece na solidariedade e que se une na esperança de um futuro com direitos e dignidade.

O 31º Grito é prova de que o povo brasileiro não se cala, resiste e sonha. E que juntos, seguiremos gritando até que a vida, os direitos e o cuidado com a Casa Comum estejam no centro das nossas escolhas e políticas.

 

*Luciane Udovic Bassegio, da coordenação do Grito dos Excluídos Continental



 
 
 

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